Estados Unidos na Copa 2026: anfitrião aposta em casa
O time de Mauricio Pochettino abre o Mundial que organiza no Grupo D, contra Paraguai, Austrália e Turquia, com Christian Pulisic à frente de um elenco jovem.

Pela primeira vez desde 1994, os Estados Unidos chegam a uma Copa do Mundo como anfitriões, e isso muda tudo. A seleção se classificou automaticamente como coanfitriã, ao lado de México e Canadá, o que poupou o grupo de Pochettino das Eliminatórias e deu tempo de planejar com calma um torneio de 48 seleções e 104 jogos, disputado entre 11 de junho e 19 de julho. No sorteio final de 5 de dezembro de 2025, em Washington, os americanos caíram no Grupo D, ao lado de Paraguai, Austrália e Turquia — uma chave que a maioria dos analistas considera acessível para um país-sede.
O calendário mantém os Estados Unidos perto de casa em toda a fase de grupos. A estreia é em 12 de junho contra o Paraguai, no SoFi Stadium, na região de Los Angeles, seguida pela Austrália em Seattle, no dia 19, antes do fechamento diante da Turquia, de novo em Los Angeles, no dia 25. Três jogos em solo americano significam fusos familiares, nada de viagens longas e o tipo de apoio da torcida que o programa não vivia numa Copa havia três décadas. Você confere o chaveamento completo nas páginas de grupos e jogos.
Mauricio Pochettino, o argentino escalado para comandar o país-sede, convocou 26 jogadores apostando em continuidade e juventude. Treze atletas voltam do elenco de 2022 — igualando o recorde americano de remanescentes entre edições — e a média de 26 anos e 332 dias faz deste o quinto elenco mais jovem da história dos EUA em Copas. O capitão Christian Pulisic, atacante do Milan, é o jogador com mais jogos do grupo, com 84 partidas e 32 gols, apoiado por Weston McKennie, Tyler Adams, Antonee Robinson e Tim Weah, da base de 2022.
No ataque, Pochettino tem opções mais profundas do que seleções americanas anteriores, com Folarin Balogun, Ricardo Pepi e Haji Wright disputando espaço. A leitura honesta é que jogar em casa eleva o teto: os Estados Unidos chegaram às quartas de final só uma vez na era moderna, em 2002, e avançar diante da própria torcida seria um marco. A história também anima — o último anfitrião campeão foi a França em 1998, e seleções donas da casa já levantaram a taça seis vezes.
Mesmo assim, nosso modelo coloca os gigantes tradicionais à frente dos anfitriões — Espanha e Argentina lideram as chances de título —, então os EUA aparecem como um azarão perigoso, não como favorito. Para ver até onde nossa IA projeta esta seleção americana, leia as previsões da Copa 2026 e simule o Grupo D você mesmo no simulador de jogos.
Aposta para maiores de 18 anos. Jogue com responsabilidade.